
Refletir sobre nossa responsabilidade no que diz respeito a sentimentos como a raiva, que por sua vez está associada a inveja. Refletir sobre as coisas que odiamos nos outros (o porquê odiamos) e também as que admiramos. Identificar e reconhecer as coisas que estão "transbordando" em nós...
"A alma humana só se faz visível quando percebemos os excessos e refletimos sobre eles."
Valiosas sementes de reflexão, de "toques" para um auto conhecimento...
Deixo aqui, uma sementinha, dentre tantas que tenho encontrado durante a leitura do livro A Cabala da Inveja, de Nilton Bonder.
"Fazer algo de mau a outra pessoa é pior do que fazê-lo contra o Criador. A pessoa que você prejudicou pode ter ido a algum lugar que você desconhece e você terá então perdido a oportunidade de obter dela o perdão. O Criador, no entanto, está em todos os lugares e você poderá encontrá-LO toda vez que O procurar."
Se alguém nos causa repulsa ou ódio e realmente queremos estar o mais longe possível desta pessoa, a melhor forma de fazê-lo é não odiá-la. Se nos permitirmos cair nesta armadilha do rancor, principalmente das rixas, viveremos a ingrata experiência de ter estas pessoas muito próximas a nós.
Um grande abraço!
"A inveja é uma raiva. E ela é sempre deslocada do objeto de raiva: nós mesmos. Como é difícil dirigir a raiva para nós mesmos, projetamos essa raiva naqueles que, acreditamos, realizam ou possuem o que gostaríamos de realizar ou possuir. A força destrutiva da inveja está no fato de que é um sentimento que não se exaure. Nunca ficamos satisfeitos, pois essa raiva não nos mobiliza a conseguir o que queremos. Ao contrário, ela apenas nos faz desejar que todos 'usufruam', como nós, da frustração de não alcançar os objetivos invejados.
Fique com DEUS!





